Copywriter: Jennifer Hu, Justin Chia
Art director: Leah Chen
Producer: Abby Ku
Director: Thanonchai

Like water, contour barriers, evaporates, flows, floods, take your time, but I get my point. I am a woman who dances weaving braiding, and who is not afraid of restart. E finally my request: Do not correct me. If my score is wrong, respect, she is part of my inspiração. She also breathes (Clarice taught me). For me, (unlike Clarice)... writing is an act of love.
Carinhosamente
Olhares de Stellinha
Namastê!
"O arquétipo de Iemanjá, assim como o da Deusa Artemis, é responsável pela identificação que as mulheres experimentam de si mesmas, e que as leva a sua própria individualidade. Quando a Deusa Iemanjá dança, ela corta o ar com uma espada em sua mão, simbolizando com esse corte um ato psíquico que conduz a individualização, pois ao separar as coisas, deixa somente aquilo que é necessário para que a individualidade aconteça. Quando dança, a Deusa coloca a mão na cabeça, indicando assim a sua individualidade e por isso, é chamada de”Yá Ori”, ou “Mãe de Cabeça”.
"Enquanto o homem e a mulher não se reconhecerem como semelhantes, enquanto não se respeitarem como pessoas em que, ponto de vista social, política e econômico, não há a menor diferença, os seres humanos estarão condenados a não verem o que têm de melhor: a sua Liberdade."
Simone de Beauvoir
"As citações, no meu trabalho, são como ladrões à beira da estrada, que irrompem armados e arrebatam o consciente do ocioso viajante". (((Walter Benjamin )
Sou brasileira e não desisto nunca!..Sono brasiliano e non mollare mai!...I'm Brazilian and never give up!... Soy brasileño y nunca te rindas!...Je suis brésilien et de ne jamais abandonner!
Selo emprestado de:
http://adoraonoturnafeminina.blogspot.com/
Ao reaprendermos o que é ser um movimento, começamos a reescrever nossa história. E ao reescrever, temos a possibilidade de mudar o curso, escolher novos caminhos e formas de caminhar. Ao reconhecer e respeitar, nosso ritmo externo e interno chegaremos, finalmente, na melhor fase de nossas vidas. Será como encontrar um velho amigo querido, que chega para nos dizer: Quanto esperei por ti, como eu senti sua falta. Que bom que me encontrou. Agora, aqui, estou...
Ao entender o significado real de amar teremos aprendido a mais bela das lições. AMAR A MIM MESMO. Ai então, estaremos prontos para amar o outro. Feliz re-Encontro!!

Queridos Viajantes...BEM VINDOS! (◕ ‿ ◕✿)
Bienvenue! Bienvenidos! Manava! Welcome! Fáilte! Herzlich Willkommen! Benvenuto! Hau Koda! Tapeguahê Porãite! kalos ilthate! Welkom! Bonvenon! Eguahé Porá! Yôkoso! Bari Galoust! Aap Ka Swaagat Hein! Gratus MihiVen
Imagem: Crédito Pessoal

"Um livro aberto é um cérebro que fala;
Fechado, um amigo que espera;
Esquecido, uma alma que perdoa;
Destruído, um coração que chora."
"Voltaire"
Em minhas mãos, meu melhor Amigo!!
Imagem: arquivo pessoal
= O chimarrão tem seus usos e costumes muito antigos, tem-se registros que já seria usado antes mesmo dos portugueses chegarem ao Brasil. Os índios, habitantes desta terra eram mais fortes, alegres e dóceis do que qualquer outro povo e em seus hábitos havia uma bebida feita com folhas fragmentadas, não moídas, tomada em um porongo feito de taquara. Eles chamavam de CAÁ-Í (água de erva saborosa). O chimarrão é a bebida mais usada nas Tertúlias (encontros ou reuniões), nos povos da América do Sul e até em países da Europa. É uma bebida que inspira muitos causos, contos e até poemas, como o poema “CHIMARRÃO” de Glaucus Saraiva. Abaixo deixo uma parte do poema...Chimarrão =
Amargo doce que eu sorvo
Num beijo em lábios de prata.
Tens o perfume da mata
Molhada pelo sereno.
E a cuia, seio moreno,
Que passa de mão em mão
Traduz, no meu chimarrão,
Em sua simplicidade,
A velha hospitalidade
Da gente do meu rincão.(...)
Autoria: Glaucus Saraiva
Dizia o nosso Mário Quintana:
“O café é tão grave, tão exclusivista, tão definitivo
que não admite acompanhamento sólido. Mas eu o driblo,
saboreando, junto com ele, o cheiro das
torradas-na-manteiga que alguém pediu na mesa próxima “
A Ciranda das Mulheres Sábias - Clarissa Pinkola Estés
A Deusa Interior - Jennifer Barker Woolger - Roger J. Woolger
A Identidade - Milan Kundera
A Obra ao Negro - Marguerite Yourcenar
A Última Grande Lição - Mitch Albom
Amor se faz na cozinha - Marcia Frazão
As Mulheres e os Silêncios da História - Michele Perrot
As Mulheres na Cozinha de Deus - Cristina Mazzoni
As sete vidas de Fénnelon - Francisco Hermínio Correia de Miranda
As Valkírias - Paulo Coelho
Bakhita - Mulher, Negra, Escrava, Santa - Uma Fascinante História de Liberdade
Bruxas E Herois - Polly Young-Eisendrath
Che Guevara - Jon Lee Anderson
Fiódor Dostoiévski
Escuta Zé - Ninguém - Willelm Reich
Inocência Perdida - Somaly Mam
Las Brujas no se Quejan - Jean Shinoda Bolen
Livro do Desassossego - FERNANDO PESSOA
Los Dioses de cada Hombre - Jean Shinoda Bolen
Minha História das Mulheres - Michelle Perrot
Mulheres que correm com os lobos - Clarissa Pinkola Estes
O Alquimista - Paulo Coelho
O Mundo Assombrado Pelos Demônios - Carl Sagan
O mundo de Sofia - Jostein Gaarder
O Retorno de Inanna - V. S. Ferguson
O Segundo Círculo do Poder - Carlos Castaneda
O Segundo Sexo - Simone de Beauvoiur
Os Melhores Poemas de Amor da Sabedoria Religiosa de Todos os Tempos - José Jorge De Carvalho
Perto do Coração Selvagem (1943) - Clarice Lispector
Psicologia de massas do Facismo - Willelm Reich
Quero minha mãe - Adélia Prado
e, mais, mais...
Dentre os muitos filmes que fez está Oriundi, que é um filme brasileiro de 1999 dirigido por Ricardo Bravo e com roteiro de Marcos Bernstein. As filmagens ocorreram na cidade brasileira de Curitiba, no Paraná.
Anthony Quinn talvez seja o ator que mais papéis diversificados fez, e caracterizou-se por representar personalidades famosas: foi Barrabás e o magnata grego Onassis. Dentre outros gregos que interpretou está talvez o seu papel mais carismático: Zorba, meu filme preferido.
Em 2001 interpretou seu último papel, no filme "Vingando Ângelo". Pouco depois das filmagens, Anthony Quinn faleceu de complicações pulmonares decorrentes de um câncer na garganta. Escreveu duas autobiografias, "Pecado Original" e a já citada "Tango de um Homem Só".

"Bagagem, meu primeiro livro, foi feito num entusiasmo de fundação e descoberta nesta felicidade. Emoções para mim inseparáveis da criação, ainda que nascidas, muitas vezes, do sofrimento. Descobri ainda que a experiência poética é sempre religiosa, quer nasça do impacto da leitura de um texto sagrado, de um olhar amoroso sobre você, ou de observar formigas trabalhando."Anita Garibaldi(1821-1849),
óleo sobre tela, Johann Moritz Rugendas, século XIX
Acompanhada pelo seu então companheiro Robert Wolders, por alguns amigos e fotógrafos, viajou em várias missões para dar conhecimento ao mundo das humilhantes condições de vida das crianças do Sudão, El Salvador, Honduras, Equador, Bangladesh, Vietname, Tailândia, Etiópia e Somália. Estas viagens serviram-lhe para que, em primeira mão, visse o sofrimento, a fome e a miséria das crianças por todo o mundo. Ela e sua família foram vítimas da 2ª Guerra Mundial.
Aos 63 anos, vítima de câncer, o mundo chorou a ausência de umas das mais belas e refinadas mulheres de que se tem notícia.
Estátua de Boudica em frente do Parlamento Inglês
Carl Sagan (1934 - 1996 )
(07/11/1901)(09/11/1964)
Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:
"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.
(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.
da tradição ranchera mexicana. Se mudou para o México aos 15 anos em busca de paz e uma carreira. O país a acolheu e lhe deu tudo que desejou. Iniciou sua carreira aos 32 anos e teve grande evidência nos anos 1950. Conhecida por sua maneira chorosa e intensa de cantar. Encantou o mundo com sua voz incomparável. Foi amiga da pintora Frida Kahlo. Após uma carreira bem sucedida no gênero, e a posterior decadência obtida pelo consumo excessivo de alcool, foi redescoberta em 1992 pelo cineasta Pedro Almodóvar, que resgatou seu talento agora com quase 80 anos, apresentando-a em seus filmes. Publicou sua autobiografia em 2002 em livro intitulado Y si quieres saber de mi pasado. Atualmente, aos 90 anos, mora em Tepoztlán, lugar no qual se inspirou para compor a canção Maria Tepozteca.
Clarice Lispector nasce em Tchetchelnik, na Ucrânia, no dia 10 de dezembro de 1920, tendo recebido o nome de Haia Lispector, terceira filha de Pinkouss e de Mania Lispector. Seu nascimento ocorre durante a viagem de emigração da família em direção à América.
Clarice morre, no Rio, no dia 9 de dezembro de 1977, um dia antes do seu 57° aniversário vitimada por uma súbita obstrução intestinal, de origem desconhecida que, depois, veio-se a saber, ter sido motivada por um adenocarcinoma de ovário irreversível. O enterro aconteceu no Cemitério Comunal Israelita, no bairro do Caju, no dia 11. Vai ao ar, pela TV Cultura, no dia 28/12, a entrevista gravada em fevereiro desse ano.
Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa". Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP).
Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana.
Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.
Elvis Aaron Presley (1935 – 1977)
Foi um dos maiores músico e ator, nascido nos Estados Unidos da América, sendo mundialmente denominado como Rei do Rock. É também conhecido pela alcunha Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 1950 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século XX.
Um dia, foi visto cantando "That's Alright Mamam", pulando pelo estúdio e batendo no violão. Pediram que ele fizesse outra vez, gravaram e a canção chegou a ser tocada no rádio, sendo que sua interpretação foi considerada bem aceitável, em se tratando de um músico branco e um blues.
O fim de Elvis Presley foi chorado no mundo inteiro e os fã-clubes continuam vivos. Seu pioneirismo e influência sobre uma vasta geração de músicos são incontestáveis. Acredita-se que ele vendeu mais discos do que os Beatles, e é praticamente impossível um levantamento completo de sua imensa discografia.
Mesmo antes de seu nascimento, a vida de Florbela Espanca já estava marcada pelo inesperado, pelo dramático, pelo incomum.
Seu pai, João Maria Espanca era casado com Maria Toscano. Como a mesma não pôde dar filhos ao marido, João Maria se valeu de uma antiga regra medieval, que diz que quando de um casamento não houver filhos, o marido tem o direito de ter os mesmos com outra mulher de sua escolha. Assim, no dia 8 de dezembro de 1894 nasce Flor Bela Lobo, filha de Antónia da Conceição Lobo. João Maria ainda teve mais um filho com Antónia, Apeles. Mais tarde, Antónia abandona João Maria e os filhos passam a conviver com o pai e sua esposa, que os adotam.
Em dois de dezembro de 1930, Florbela encerra seu Diário do Último Ano com a seguinte frase: “… e não haver gestos novos nem palavras novas.” Às duas horas do dia 8 de dezembro – no dia do seu aniversário Florbela D’Alma da Conceição Espanca suicida-se em Matosinhos, ingerindo dois frascos de Veronal. Algumas décadas depois seus restos mortais são transportados para Vila Viçosa, “… a terra alentejana a que entranhadamente quero”.
0 comentários:
Postar um comentário